20 Anos de Igreja Betesda
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Igreja Betesda

Evangelismo, Mais que Mandamento, uma Atitude Cristã

Jovens Betesda - JB

 

Evangelismo pessoal

Texto apresentado em aula da EBD sala da JUBE 28/09/2010.

Dando continuidade ao nosso estudos, com ênfase na prática da vida cristã, cabe a nós, nesse momento refletirmos sobre o compartilhamento da fé.

MT 13:23     Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.

Luc 3:9     E também já está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo.

Nestes textos observamos dois fatos óbvios.

Primeiro, que aqueles que produzem frutos são os que ouvem e compreendem a palavra, uns produzem mais e outros menos, não importa o quanto produzem, o fato é que produzem. Poderíamos citar várias passagens na bíblia onde fica claro que a nova vida em Cristo tem relação direta com obras que glorifiquem a Deus, não que tais obras ou ações nos justifiquem, mas são conseqüência da nova vida.

O segundo fato é que uma vida improdutiva não é o propósito de Deus para seus filhos. A vida cristão precisa ser vida mesmo, não combina com apatia, morbidez, preguiça, infrutuosidade. Ela é algo muito valioso para que alguém a desperdice. É por isso que Paulo nos adverte em I Co 11 que existem muitos fracos e doentes, e não poucos os que dormem. Muitos cristãos por não valorizarem e não praticarem a comunhão com Deus estão perdendo a fé, definhando espiritualmente, ao ponto de no final se verem sendo jogados no fogo como os incrédulos mesmo conhecendo a verdade. Daí a importância de não se desprezar a comunhão com Deus, no silencio do quarto, na hora tranqüila de busca e intimidade com o Pai, pois é aqui o ponto de partida para uma vida frutífera.

Nesse ponto cabe uma reflexão:

1.  O quanto minha vida é frutífera?

2.  Como é uma vida frutífera?

A primeira pergunta é muito subjetiva e cada um tem uma resposta adequada. Mas podemos trabalhar um pouco a segunda questão.

Com certeza o texto de (Gálatas 5:22) pode nos elucidar nossa dúvida: Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Esse fruto do qual Paulo se refere não é saboreado apenas pelo que o produz, ou seja, não produzimos fruto para nós mesmos, mas para que outros o saboreiem e obtenham vida para si. Aqui chegamos no ponto crucial, a vida cristã é um compartilhar de vida. É vida para ser compartilhada. E cristianismo sem  essa perspectiva não é cristianismo.

Sobre isso, muitos argumentam que não têm o dom de evangelizar ou que existem outros que fazem melhor que ele, ou ainda, que não sabem o que dizer. Mais a idéia não é sair por aí com a bíblia na mão,

Pregando para os outros. É aqui onde uma vida de intimidade com Deus faz toda a diferença, se você é intimo de Deus  e conhece a sua palavra a bíblia não precisa estar em sua mão pois você já a tem em seu coração e sua mente, e foi colocada lá nos momentos de leitura, estudo e meditação. Mas a questão não é de ter dom de evangelizar, é mais uma questão de motivação. Por exemplo, quando alguém tem uma boa notícia como um aumento, uma promoção no serviço, quando é aprovado em um concurso ou vestibular é emocionante compartilhar isso com os outros; é essa é a idéia de quando você descobre que foi salvo da morte para a vida eterna. Não é uma obrigação compartilhar essa notícia, mas sim um prazer e o fazemos com euforia, entusiasmo e ainda mais sabendo que é de graça e está a disposição de quem o queira.

Na prática, infelizmente, o que vemos  é que muitos jovens cristãos ficam muito mais entusiasmados em defender questões políticas, filosóficas, esportivas,etc., do que a vida que “têm” em si. Mas que não seja assim entre nós.

Então o que precisamos para sermos frutíferos?

1.  Tenha vida em si:

  1. Busque a Deus, seja intimo dEle, não passe um dia sem buscá-lo em oração;
  2. Leia a Bíblia, para conhecer a vontade de Deus para sua vida e assimilá-la;

2.  Compartilhe a vida que há em você:

  1. Ore pelas pessoas, pelos seus problemas e que elas saibam disso, não tenha vergonha de orar e impor as mãos em ninguém;
  2. Abençoe as pessoas em suas dificuldades, aproveite as oportunidades para compartilhar o amor de Deus;
  3. Fale abertamente de suas experiências com Deus, dê razão da sua fé, ponha-a em prática, ainda que não tenham muita lógica essas experiências são suas e são verdadeiras.

Com essas coisas em mente não se contente em ser um cristão medíocre, viva essa vida que lhe esta proposta; não é sem esforço que conseguimos viver essa realidade, mas há muito prazer em desfrutá-la. Então que nosso coração seja uma terra fértil para a boa semente do evangelho e que possamos produzir frutos para a glória de Deus.

Por Josiel de Souza Borges.

Seja abençoado!

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